Primeiro que tudo salientar o trabalho de Ivo Vieira e da sua equipa hoje na Luz. Um Moreirense à semelhança da equipa que foi no Dragão: com personalidade e a encarar o jogo sem medo do (possível) maior poderio adversário. Do Benfica? Se há aspetos positivos só serão percetíveis após uma análise minuciosa uma vez que a exibição deixou muito a desejar... Uma das piores exibições do Benfica no estádio que há pouco mais de uma semana celebrou o 15º aniversário. Se no Jamor já havíamos tido um decréscimo do nível de jogo proveniente daquela última meia hora em Amesterdão, hoje, foi o "bater no fundo". E logo hoje, no dia em que o nosso Pai Damião celebraria os seus 113 anos de vida, ver "isto"... Sobre a equipa, pouco a dizer, o mesmo que no Jamor: atitude e desorganização (principalmente defensiva). O problema está no balneário e no banco. Se há uma semana já havia dito que era tempo de reflexão, hoje, é dia de ação. Hoje, antes que seja tarde. Rotações da equipa incompreensíveis e atrasadas. Jogadores que numa semana passam da bancada ao onze inicial. Uma espiral de acontecimentos negativos e ininteligíveis. Quando Rui Vitória se vê confrontado com "críticas extra-jogo" pretende de imediato contra-argumentar com factos. Quantas vezes este ano vimos, por qualquer motivo, Rui Vitória justificar "esta ou outra opção"? Não procura explanar decisões para os adeptos e para o público.
Na terça-feira tivemos uma entrevista de Luís Filipe Vieira à TVI onde afirmou que "Rui Vitória é o homem certo para o projeto do Benfica".
Devemos assumir que o treinador certo para o projeto do Benfica é aquele que afirma que "temos de saber conviver com o insucesso"? É realmente esta a mensagem que deve ser transmitida aos jogadores quando algo não corre bem? Mentalidades erradas em clubes certos.
É este o Benfica que aspira ser campeão europeu quando a nível interno vai tendo uma qualidade de jogo paupérrima desde o final da época transata e soma duas derrotas consecutivas na Liga? Um Benfica que nos últimos 10 jogos da Liga dos Campeões perdeu 9.
Um Benfica que só terminou o ano passado no 2º lugar depois de um "presente" vindo da Madeira aos 93 minutos.
Urgem "mudanças radicais" (tal e qual Grimaldo afirmou na flash interview). Quando alguém está a mais (ainda para mais dizendo-se benfiquista) tem que saber sair. Depois do Jamor e do final do jogo de hoje, vemos Rui Vitória afirmar que "Não desiste de nada por natureza, ponto". É de enaltecer a força anímica que (pelo menos) demonstra mas tudo tem um ponto final e o fim de Rui Vitória é cada vez mais inevitável. Por horas, ou por dias. Se se mantiver o atual critério da direção, espero que, se perdermos na quarta-feira, já haja uma solução, porque Rui Vitória, não poderá ser com certeza!
sábado, 3 de novembro de 2018
No limiar da decadência futebolística...
domingo, 28 de outubro de 2018
Sem ideias, sem resultados
Difícil decidir por onde começar. Uma equipa que tem níveis de eficácia e finalização aterrorizantes está sempre mais perto de perder do que ganhar. Hoje, o Benfica voltou a ter erros posicionais e ideias muito fracas de jogo. Mas o que custa? O que custa é passar 2 horas à chuva para ver o jogo deprimente de hoje. Um jogo onde a equipa a perder 2-0, não conseguia dominar e assumir o controlo do jogo e mostrar vontade de dar a volta. E a verdade é que Rui Vitória (mais uma vez) voltou a falhar. Em Amesterdão foi “crueldade”, hoje “parecia que por magia a bola não transpunha a linha de golo”. As “desculpas” começam a ser infindáveis e o Benfica carece de resultados e principalmente exibições positivas, uma reviravolta no panorama atual. O futebol que o Benfica tem vindo a praticar está longe de ser o mais “elegante” e/ou o mais vistoso. É um futebol que tem servido internamente (serviu até para um Porto que se apresentou mais fraco). Lá fora, quando comparado a clubes de semelhante nível, surge a diferença. É na verdade tempo de pensar. Tempo de refletir sobre o que está mal e refletir essencialmente no futuro. Se há volta a dar? Há, mas não é para durar uma época.
No balneário vê-se um plantel à imagem de Rui Vitória. Depois desta partida, depois de 2 horas à chuva a cantar, no final do jogo não há um pedido de desculpas por parte nem de jogadores nem de equipa técnica. Saída diretamente para os balneários de cabeça baixa. Um pedido de desculpas por quem realmente despendeu tempo e dinheiro para ver o seu clube perder 2-0 contra um Belenenses que tinha 4 golos em 7 jogos.
(Aos adeptos que saíram no intervalo, “vocês são uma vergonha”. Se é para ver meio-jogo, fiquem no conforto do sofá em vossa casa ou no café.)
Enfim... Ser benfiquista tem disto. A ganhar ou a perder, a fazer sol ou a chover, lá estaremos. Os eternos apaixonados...
| Chuva a cair com força durante o jogo no Estádio Nacional. |
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Um jogo à porta fechada
“O Conselho de Disciplina (CD) puniu esta terça-feira Benfica, Sp. Braga e Paços de Ferreira com a realização de um jogo à porta fechada.As interdições serão automaticamente suspensas em caso de recurso para o pleno do CD, cuja decisão costuma demorar apenas alguns dias. Depois, se as punições se mantiverem, os clubes poderão ainda contestar para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD). Neste caso, terão de apresentar uma providência cautelar a solicitar a suspensão do castigo e caberá ao TAD analisá-la: se a aceitar, ficarão à espera de uma decisão final, que pode demorar meses; se a recusar, o castigo será imediatamente aplicado. No caso do Benfica, a punição resulta de reincidência no arremesso perigoso de objetos com reflexos no jogo na mesma temporada. As águias já tinham sido multadas ao abrigo do artigo 183 do Regulamento de Disciplina devido a problemas causados pelos seus adeptos em Tondela, Portimão e Paços de Ferreira, e voltaram a pisar o risco em abril, na deslocação ao Estoril. A moldura penal nestes casos vai de um e a três jogos à porta fechada.”
E assim andamos... Vemos os nossos adversários na sua própria casa contra o Benfica a realizarem um arraial de pirotecnia aos olhos de Pedro Proença sem serem punidos.
Vimos um adepto invadir o campo e agredir um jogador da equipa adversária, por acaso (ou talvez não), do Sport Lisboa e Benfica. O que, resultou numa multa de 2869 euros.
Isto, abordando apenas os incidentes da época passada.
Já vimos 600 cadeiras do Estádio da Luz a arder no setor visitante em 2011 aquando da presença dos elementos da claque leonina. Um incidente que resultou num prejuízo que ascendeu a meio milhão de euros. Quase 2 anos depois, após investigações do DIAP de Lisboa o clube de Alvalade não foi condenado a pagar qualquer verba ao Benfica. Os encargos ficaram pela Luz por “falta de provas”.
Será correto começar a ponderar a realização de jogos da Seleção Nadional no Estádio da Luz?
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
"Benfica punido com um jogo à porta fechada pelo IPDJ"
"A SIC Notícias está a avançar que o Benfica foi punido com um jogo à porta fechada pelo IPDJ (Instituto Português do Desporto e Juventude). A mesma fonte avança que o clube já foi notificado da decisão.
A decisão surge na sequência de uma queixa contra as claques e é baseada nos autos de notícia da PSP de 2017.
Os encarnados têm agora 20 dias para impugnar a decisão, que inclui ainda o pagamento de uma multa superior a 56 mil euros."Segundo relatos avançados pela SIC Notícias e segundo o artigo do jornal 'Record' acima descrito o IPDJ terá punido o Benfica com um jogo à porta fechada em virtude das claques ilegais.
Ora, esta possível interdição (ou possibilidade) é já reincidente na "praça pública". Recuemos a 30 de julho do ano passado:
Para nos contexutalizarmos melhor sobre os atuais representates máximos desta instituição façamos então uma breve descrição sobre o Presidente do Conselho Diretivo do IPDJ: Augusto Baganha - responsável pelo Departamento de Desporto.
Até aqui parece tudo normal até que, vejamos, Augusto Baganha: ex-atleta do Sporting Clube Portugal na modalidade de Basquetebol durante 5 anos) e ex-membro da Comissão de Horna de Bruno de Carvalho.
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| Augusto Baganha na IV Gala Honoris do Sporting (2017) junto da Comissão de Honra de BdC (foto:"Hugo Gil") |
No que realmente resultou esta 'falsa notificação' (mas "intenção de")? Nada.
Explorando agora então este caso das "claques ilegais":
- Segundo o artigo 46 da Constituição Portuguesa, ponto 3:
- "Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação nem coagido por qualquer meio a permanecer nela"
- Qualquer sócio/associado do Sport Lisboa e Benfica é portador de direitos. Direitos que, são exclusivos por vezes. (exemplo: prioridade sobre não associados na aquisição de bilhetes)
- O IPDJ terá que realmente averiguar se, as claques ditas "legais" cumprem de forma minuciosa e intransigente os regulamentos durante a época desportiva. Será que Sporting e Porto asseguram uma lista atualizada e realmente organizada sobre os associados das respetivas claques? Estarão realmente a cumprir os requisitos obrigatórios?
- (artigo 15º da lei 39/2009 - ponto 3) "O registo referido no n.º 1 é atualizado sempre que se verifique qualquer alteração quanto aos seus filiados e pode ser suspenso pelo promotor do espetáculo desportivo no caso de incumprimento do disposto no presente artigo, nomeadamente nos casos de prestação de informações falsas ou incompletas no referente ao n.º 1."
- Será que os cerca de 3 mil adeptos visitantes que em todos os dérbies e clássicos no Estádio da Luz estão presentes são parte integrante dessas claques ou mais de metade não constam na lista? Caso Porto e Sporting cedam bilhetes em número superior ao dos filiados nas suas claques estarão a cometer uma ilegalidade:
- (artigo 16º da lei 39/2009 - ponto 3) "Nos espetáculos desportivos integrados em competições desportivas de natureza profissional ou não profissional considerados de risco elevado, nacionais ou internacionais, os promotores dos espetáculos desportivos não podem ceder Legislação Consolidada ou vender bilhetes a grupos organizados de adeptos em número superior ao de filiados nesses grupos e identificados no registo referido no n.º 1 do artigo anterior, devendo constar em cada bilhete cedido ou vendido o nome do titular filiado"
É necessário então que o IPDJ garanta uma transparência na análise de todos os casos e que as equipas sejam realmente punidas se as leis forem infringidas, sabendo que, ter-se-á que realizar uma análise extensa e transparente.
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Tarefas europeias
Foi hoje realizado às 17 horas (de Portugal Continental) no Fórum Grimaldi (Mónaco) o sorteio da fase de grupos para a presente época da Liga dos Campeões. O sorteio ditou que este fosse o nosso grupo:
Data e horário dos jogos:
- 19/09 20:00 Benfica-Bayern
- 02/10 20:00 AEK-Benfica
- 23/10 20:00 Ajax-Benfica
- 07/11 20:00 Benfica-Ajax
- 27/11 20:00 Bayern-Benfica
- 12/12 20:00 Benfica-AEK
Um grupo que pode enganar pelo poderio e qualidade das equipas:
- Bayern: Um 'velho conhecido'. Agora sob o comando de Niko Kovac, uma equipa recheada de talento individual e coletivo que há cerca de 2 anos e meio encontrou-se com o Benfica nos quartos-de-final. Mesma (ou maior) qualidade individual, a favorita ao primeiro lugar. É tentar a primeira vitória de sempre contra os alemães.
- Ajax: o mítico clube holandês inesquecível. Segundo lugar do campeonato holandês mas que este ano promete ser mais forte. Blind e Tadic são dois dos jogadores que vieram acrescentar mais qualidade aos jovens talentos a emergir nos holandeses. 40M gastos em transferências neste defeso.
- AEK: o atual campeão grego. Respeitosamente, a equipas mais fraca do grupo e mais fraca que o PAOK, a meu ver. Apesar disso, vai causar perigos. Um "até já" à Grécia.
Uma edição da Liga dos Campeões marcada pelo aumento dos prémios de jogo (vitória ou empate) e presenças nas diversas fases:
Se o Benfica apenas não vencer o Bayern de Munique nos seus 6 jogos e ganhar os restantes 4, garantirá, 10,8M de euros.
Uma verba muito importante a juntar aos 42,95 milhões (que o Benfica garantiu após o playoff de acesso de entrada) perfarão um total de 53,75M de euros, isto, só com a presença nos 'oitavos'.
É para além desta e muitas outras razões (uma delas tentar esquecer em parte as memórias da prestação europeia do ano transato) que o Benfica pode aproveitar algum favoritismo e uma dificuldade não tão elevada para "recuperar os velhos tempos europeus".
terça-feira, 21 de agosto de 2018
Um sonho que pode tornar-se num pesadelo
Estádio da Luz. Terça, 21 de agosto de 2018. 1ª mão do Playoff de acesso à Liga de Campeões. Receção ao PAOK depois de os gregos terem eliminado o Spartak de Moscovo na eliminatória anterior. Importante não sofrer.
- 16 avos de final Liga Europa 2013/2014:
- 1ª mão - O Benfica deslocou-se à Grécia onde venceu por 1-0 com um golo de Lima num jogo bem equilibrado;
- 2ª mão - Benfica recebeu o PAOK com a vantagem mínima da primeira mão. O jogo ficou marcado pelo regresso de Katsouranis (pelo PAOK) ao Estádio da Luz. O Benfica venceu com três golos em 9 minutos na 2ª parte num jogo onde foi claramente superior
Um jogo tremendamente difícil na Grécia e outro onde fomos muito superiores ao adversário na Luz.
Ambiente da 1ª mão na Grécia 16 avos de final Liga Europa 2013/2014:
Vlachodimos, André Almeida, Jardel, Rúben Dias, Grimaldo, Fejsa, Gedson, Pizzi, Cervi, Zivkovic e Ferreyra. (Salvio na bancada por "indisposição")
O Benfica manteve (à semelhança dos últimos jogos) a intenção de criar e impôr o seu respeito no jogo como equipa favorita. Apesar de tudo, encontrou um PAOK semelhante ao Boavista de sábado. O PAOK apresentou uma pressão alta logo desde o início da partida e o Benfica não conseguiu impôr-se como desejava. Até marcou um golo bem cedo na partida mas Gedson encontrava-se em posição irregular e o árbitro assinalou bem o fora-de-jogo. Em pouco tempo o Benfica criou "um par" de oportunidades por intermédio de Pizzi, uma delas, à trave (depois de um belo 'chapéu'). Aos 44 minutos, depois de um passe rasteiro de Grimaldo para dentro de área, Gedson é empurrado pelas costas por Mauricio e o árbitro assinalou grande penalidade. Pizzi não falhou. 5ª continência da época.
Uma primeira parte totalmente dominada pelo Benfica. Um PAOK muito semelhante ao do Boavista cujo bloco acabou por ser baixo e defendeu como podia. Intervalo na partida.
Na segunda parte o Benfica entrou com tudo mais uma vez e até esteve perto de dilatar a vantagem aos 50 minutos. A partir daí entrou num rendimento decrescente. Deixou-se adormecer (mais uma vez)e aos 75 minutos o Benfica foi surpreendido após um cabeceamento de Varela à trave que ressaltou para Warda que rematou para dentro da baliza. De imediato Rui Vitória lançou João Félix e Seferovic a jogo. Os úlitmos 10 minutos foram um "acordar para a realidade" da equipa do Benfica. Ferreyra falhou um lance flagrante após um grande passe de João Félix, Seferovic falhou após um cruzamento de Gedson e João Félix no último lance da partida atirou muito perto do poste direito. Fim da partida com um empate com sabor a derrota. Um resultado que obrigará o Benfica a marcar na Grécia para se apurar no conjunto das duas mãos.
Estatísticamente falando:
Algumas notas:
- O onze foi novamente o mesmo (como seria de esperar) do Bessa. Hoje, ficou bem clara alguma fadiga apresentada pelos jogadores (tinha avisado). E o que aí vem ainda... Sábado vai ser necessário o melhor onze de novo.
- O Benfica estava a fazer o melhor jogo da época. Aliás fez a melhor hora de jogo da época. Um teste difícil onde conseguiu retirar temporariamente o PAOK do jogo. A última meia hora foi o que Rui Vitória já nos habituou. Falta de controlo do jogo.
- Há uma certa altura em que Rui Vitória falha e é aí o ponto determinante desta partida. Para mim, aos 60-65 minutos, tem que retirar Cervi e colocar Alfa Semedo. Cervi mostrou mais garra e afinco que nos últimos jogos e até mesmo que Zivkovic mas, Zivkovic daria mais ao jogo naquele momento. O Benfica ganhava um meio campo mais defensivo e consciencializado. Tardou e depois teve que procurar o golo.
- João Félix assim que entrou criou mais desequilíbrios que Cervi até agora nesta temporada. Rui, é preciso saber explorar isto!
- Ferreyra continuou desaparecido da partida e teve poucas ações. Um ou dois lances que mereceram destaque mas nada "por aí além".
- A ausência de Salvio fez-se notar com um jogo ingrato de Zivkovic. Ingrata também a ausência de Salvio quando parece recuperar a sua melhor forma.
- O Benfica vai a Salonica sabendo que tem que lutar pela eliminatória. O Benfica é claramente mais forte que o PAOK. Não nos podemos nivelar com estas equipas de nível inferior. O Benfica tem jogadores com qualidade individual para golear o PAOK na Grécia na próxima semana, mesmo sabendo que estas equipas aproveitam o fator casa (forte) para fazerem golo. O próximo jogo será decisivo para o resto da época. É preciso mais da equipa quando está a ganhar e é preciso mais de Rui Vitória.
- Vlachodimos - 6
- André Almeida - 6
- Rúben Dias - 6
- Jardel - 6,5
- Grimaldo -6,5
- Fejsa - 6,5
- Gedson - 7
- Pizzi - 7,5
- Cervi - 7
- Zivkovic - 6
- Ferreyra - 5,5
- Rafa - 6,5
- João Félix - 6,5
- Seferovic - 5,5
domingo, 19 de agosto de 2018
Nova época, mesmos costumes
Será que a Liga vai progredir assim?
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